Sobre Nós

Seja bem-vindo!

Aqui quem fala é o comandante editor do site, Lucas Bagatini.

Se você (assim como eu) já passou pelo PP, PC, ICAO e simuladores da vida, sabe que a aviação no Brasil ainda pode melhorar bastante, principalmente em 2 pontos:

  1. Formação aeronáutica; e
  2. Mercado de trabalho.

Nessa página, eu apresento um plano concreto e objetivo para, juntos, conseguirmos transformar esses dois pontos para melhor.

Sente-se 💺, relaxe e aproveite a leitura.

Nossa missão: eliminar obstáculos desnecessários

A carreira de piloto já vem com alguns desafios “de fábrica”: passar tempo longe de casa, ter que investir muito dinheiro pra se formar, estudar sempre, lidar com a burocracia da ANAC…

Até aí tudo bem.

Faz parte.

Mas tem algumas coisas que são um pouco demais:

  • Ter que estudar conteúdo teórico inútil e desatualizado
  • Aguentar instrutor ou comandante que não te deixa voar
  • Voar avião caindo aos pedaços
  • Depender da boa vontade dos outros pra conseguir uma indicação…
  • Ser aprovado em processo seletivo e não ser chamado
  • E, pior de tudo: ver alguns “pilotos” por aí conseguindo emprego e se achando o máximo por terem voado com o envelope estourado.

(Obviamente, nem sempre dá certo… Fontes: Jetphotos, Blog Desastres Aéreos News e CENIPA.)

Essas situações são desnecessárias.

Mas a questão é…

Tem como mudar essa realidade?

Sim, tem como.

Antes de entrar em detalhes, precisamos entender qual é a causa dessas consequências aí de cima.

No mercado atual, os principais diferenciais de um currículo não são o conhecimento ou as habilidades de voo.

O grande diferencial é o QI.

Isso não é novidade.

Mesmo quem voa mal consegue emprego muito mais fácil se tiver um QI grande o suficiente…

… ao passo que você pode ser ICAO 10, ter passado na banca de astronauta e ainda assim ficar sem voar, não é verdade?

Em parte, isso é o que gera essas consequências trágicas, porque possibilita que pilotos ruins e com QI alto consigam voar.

No entanto, um outro diferencial está surgindo.

E ele vai tornar o QI irrelevante.

Qual diferencial é esse?

🤑

Dinheiro.

Observe a Europa, por exemplo, que já está mais avançada nesse aspecto.

Lá, um programa de treinamento custa de € 60.000 (R$270.000) a € 132.500 (R$600.000).

E é praticamente o único jeito de entrar em uma companhia aérea. Se não pagar, não entra.

No Brasil, estamos seguindo o mesmo caminho.

Para entrar em uma empresa aérea, Jet Training e ICAO eram diferenciais. Agora são pré-requisitos.

Curso superior está quase virando obrigatório.

E estão surgindo os primeiros cursos preparatórios para a linha aérea, na faixa dos R$20.000.

A tendência é termos que pagar cada vez mais e demorar cada vez mais tempo para concluir a formação de piloto.

Se isso garantisse que os pilotos formados fossem mais habilidosos, eu seria totalmente a favor.

Mas não é isso que acontece na prática.

Porque, para as empresas, mais importante do que conhecimento e habilidades de voo, é você dar o mínimo de despesas possível.

Tanto faz se você tirar 70% ou 95% em um teste. O que importa é você bancar o seu treinamento.

Se pagar e atingir os mínimos, está dentro.

Senão, só Jesus na causa.

An image of money flying away.

Essa inversão de valores, assim como o QI, permite que gente sem compromisso e sem perfil de aviador pague para entrar na cabine e saia fazendo 💩, como as que eu listei antes.

O único jeito de reverter esse ciclo é criar uma formação mais acessível ($) para quem é realmente dedicado e leva aviação a sério.

Aí não sobra espaço para quem é manicaca e acha que avião é brinquedo.

Como colocar isso em prática?

São necessárias 2 coisas:

  1. Uma plataforma que possibilite a organização e transmissão do conhecimento aeronáutico de forma barata, interativa e direto ao ponto; ️️️
  2. Que o mercado volte a considerar o conhecimento aeronáutico e as habilidades de voo como os principais fatores para contratação, ao invés do dinheiro ou do QI.

O primeiro item é relativamente fácil, porque o conhecimento está cada vez mais disponível.

Basta organizar esse conhecimento de uma forma legal de aprender e que contenha apenas os conteúdos atualizados e relevantes.

Porém, sem o segundo item… não adianta nada.

Eu aprendi isso de uma maneira não muito agradável.

Em 2015, eu montei uma plataforma online para oferecer aulas de preparação para o PP, PC e PLA, baseada nessa filosofia de conteúdos didáticos, úteis e interativos.

(Aliás, essa é uma vontade antiga, que me acompanha desde que eu fui conhecer a Embry Riddle nos Estados Unidos. Se quiser saber um pouco mais sobre essa história, veja este artigo.)

A ideia em si era fantástica.

Mas, mesmo assim, não apareciam alunos.

No começo, eu achei que era um problema de marketing, e saí fazendo todos os cursos que apareceram na minha frente.

Fiz o primeiro, coloquei o que eu tinha aprendido em prática…

E nada.

Fiz outro, montei estratégias diferentes, mudei as campanhas…

E nada.

Lá pelo 4° ou 5° curso, a situação ficou insustentável.

As despesas com software, impostos, contador, design, e outras não paravam de vir.

E absolutamente nada que eu fazia funcionava direito.

Até que, depois de um ano e três meses de muita tentativa, e já não aguentando mais ter que pedir dinheiro emprestado ao meu pai (que sempre acreditou na ideia), eu finalmente desisti.

Eu fiquei tão frustrado/chateado/puto que acabei saindo da aviação por mais de 2 anos.

Até algo me fazer voltar.

Depois disso, eu parei pra pensar sobre a plataforma, e porque ela tinha dado errado…

e a ficha finalmente caiu.

Mesmo com uma plataforma de ensino fantástica, se o mercado não reconhece um aluno dela como um profissional superior, não adianta nada.

Os alunos vão fazer os cursos, e continuar na estaca zero (igual a muitos outros por aí afora).

E como nós já somos obrigados a investir muito tempo e dinheiro na formação, investir ainda mais em algo que não vai levar nada a lugar algum é… impensável. Por melhores que sejam os cursos.

Então, na época faltou justamente o segundo item:

  1. Uma plataforma que possibilite a organização e transmissão do conhecimento aeronáutico de forma barata, interativa e direto ao ponto; ✔️
  2. Que o mercado volte a considerar o conhecimento aeronáutico e as habilidades de voo como os principais fatores para contratação, ao invés do dinheiro ou do QI. ❌

E agora?

Como fazer o mercado considerar o conhecimento e as habilidades de voo como os principais fatores em uma contratação?

Qualquer pessoa / empresa prefere um piloto mais experiente.

Isso é óbvio.

O problema é que experiência de voo é difícil de medir objetivamente.

Dois pilotos com 500 horas de voo e a mesma nota em uma prova podem estar em níveis completamente diferentes.

Até 500 horas no mesmo avião podem deixar um piloto muito mais “safo” que o outro.

Então, o mercado se agarra no QI como uma tábua de salvação, pra minimizar o risco de contratar alguém ruim de serviço (risco que pode derrubar um avião, inclusive).

Isso, como eu mostrei anteriormente, não é o ideal, e gera efeitos ruins pra nós e para a aviação.

O ideal seria ter uma forma direta, barata e rápida de medir conhecimento e habilidades de voo.

Isso é possível, mas é mais complexo.

Felizmente, há outra maneira de atingir o mesmo objetivo, de forma imediata e sem ficar dependendo da boa vontade das cias:

Ao invés de ir contra o QI, precisamos usá-lo a nosso favor.

E podemos aprender com quem domina essa arte: os panos pretos.

Pode reparar: quem é pano preto consegue emprego muito mais rápido do que a gente que luta pra conseguir alguma coisa.

Por quê?

Qual é o segredo deles?

Muito simples: eles agem em grupo.

E o poder de um grupo é muito grande.

Tanto que onde tem panelinha de pano preto, só entra quem eles querem.

Imagem de zona VIP, acesso restrito a membros.

É igual favela dominada pelo tráfico.

E se você acha que eu to exagerando, vai em alguns pátios da executiva por aí e veja por você mesmo…

Só que nós somos a maioria.

Quem faz o mercado somos nós.

E ainda assim estamos ficando de fora.

Não dá mais.

Nós também precisamos agir em grupo.

Precisamos ajudar uns aos outros.

Precisamos fazer questão de colocar pra dentro das empresas somente pilotos que pensam e agem como nós.

Fazer o mesmo esforço que os panos pretos fazem na hora de indicar alguém, ao invés de focar somente na nossa carreira.

Com isso e com um treinamento acessível (itens 1 e 2), vamos formar e colocar na cabine mais aviadores como nós…

… e, aos poucos, deixar os panos pretos de fora.

Ao contrário do que acontece hoje, com os panos pretos voando sem parar e muitos de nós sem voar ou voando pouco.

Essa é a maneira indireta de fazer o mercado dar prioridade ao conhecimento e às habilidades de voo, e minimizar os desastres causados pelo QI.

Nós só estamos sendo passados pra trás porque estamos agindo sozinhos, cada um por si.

Aí os panos pretos dominam.

E nós ficamos do lado de cá pagando cada vez mais cursos…

Comendo o pão que o diabo amassou pra conseguir uma indicação…

E tentando manter viva a esperança de que, talvez…

Quem sabe…

Um dia…

A gente consiga o nosso lugar na aviação.

Você quer conquistar tudo que você merece?

Então, você já sabe quais são os dois itens necessários:

  1. Uma plataforma que possibilite a organização e transmissão do conhecimento aeronáutico de forma barata, interativa e direto ao ponto; ️️️ ✔️
  2. Que o mercado volte a considerar o conhecimento aeronáutico e as habilidades de voo como os principais fatores para contratação, ao invés do dinheiro ou do QI. ✔️

Eu criei a Sala de Briefing para nos fornecer as ferramentas necessárias:

  1. A plataforma de conhecimento aeronáutico; e
  2. O ponto de encontro e local de apoio para pilotos como nós.

E estou, aos poucos, organizando e resumindo esse conhecimento aeronáutico para que você consiga se preparar de maneira rápida e completa para qualquer prova ou processo seletivo, seja da ANAC, ICAO, FAA, EASA, cias. aéreas brasileiras ou estrangeiras…

Mas, pra você realmente aproveitar esse conteúdo, é preciso rever a forma como a gente estuda.

O jeito atual está mais atrapalhando do que ajudando.

Existe uma forma de estudar muito mais eficiente e divertida, que vai te deixar muito à frente dos outros candidatos em qualquer prova.

Eu sei disso porque foi assim que eu tirei meu ICAO 6 e passei na prova teórica da Azul sendo convocado com menos de 24 horas de antecedência (ou seja, sem tempo nem pra respirar direito).

Por isso, eu recomendo muito que você leia o artigo sobre como estudar.

Porque sei que ele vai te ajudar muito em todas as provas e processos seletivos daqui pra frente…

… e quem não quer nada com nada e não leva a aviação a sério, jamais vai colocar em prática.

Dupla vantagem. 😉

É hora de agir.

Já deixamos passar tempo demais.

Chegou a nossa vez.

A vez dos que têm mais habilidade de voo. Mais conhecimento.

Dos que se dedicaram mais. Dos que fizeram por merecer.

Dos que nasceram pra voar.

Seja bem-vindo e um grande abraço!

Foto Lucas Bagatini
Lucas Bagatini
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