Navegação Simulada da prova de PC – Parte 2

Pré-requisitos

Este artigo leva em conta que você já domina:

  • Regra de 3 simples;
  • RV, ACD, PV, DMG, PM, DB, PB, Vento, VA, VS, Distância, TEV, ETO, Consumo Parcial, Total, e Altitude;
  • Latitudes, longitudes, paralelos e meridianos;
  • Equivalência entre graus e milhas náuticas.

(Este artigo faz parte de uma sequência sobre a prova de navegação de PC. Clique aqui para acessar a parte 1 e a parte 3.)

Depois de ver exatamente como evitar erros durante a prova e os cálculos do perfil de subida e de autonomia, está na hora de começar a navegação em si.

Vou utilizar os exercícios da parte 1 para mostrar todas as situações que podem cair na prova e como você pode sair delas elegantemente e sem errar nada, incluindo:

  • Relação entre RM, RV, ACD, PV, DMG, PM, DB e PB;
  • Cálculo do TOC;
  • Relação entre VS, distância e TEV;
  • Marcações (MR, QDM, QDR e RDL); e
  • Coordenadas e plotagem de pontos na carta.

1. Rumo, vento e VA (e TEV)

Vamos lá. O primeiro exercício pedia:

1- Considerando as VAs e consumos de cruzeiro e as distâncias da SID e ENRC, qual é a autonomia total do voo?

Isso nós já calculamos no perfil de subida. Deu 1 hora e 46 minutos.

Uma questão a menos e um ponto a mais. Ótimo.

Próxima!

2- Em qual altitude a aeronave vai cruzar MUGRA na subida?

Antes de preencher os trechos, precisamos saber o que define um trecho. Temos que calcular fixo por fixo ou dá pra juntar vários no mesmo trecho?

A resposta está no próprio formulário. Repare que eu destaquei em azul o RV, o vento e a VA. Esses são os dados que definem um trecho, porque todo o resto (ACD, PV, PM, PB, VS, TEV,…) depende deles.

Se pelo menos um deles mudar, tudo muda. Pode fazer o teste. Então, cada vez que o rumo, vento ou a VA mudarem, precisamos começar um novo trecho para calcular novamente os dados. Do contrário, podemos manter o mesmo trecho porque o ACD, a PV, a PM… vão continuar os mesmos.

Rumo, vento e VA.

Por isso, na hora da prova, grite em voz alta rumo, vento e VA e destaque as linhas ao redor dos três usando uma caneta azul (ou outra cor) pra lembrar de calculá-los em todos os trechos.

Os outros dados (ACD, PV,…) você pode calcular apenas se a questão pedir… Exceto o TEV.

O TEV não tem a mesma relevância do rumo, vento e VA, mas também precisa ser calculado em todos os trechos.

O mais comum é chegar lá na última questão e a prova pedir o ETO, o consumo total, ou o próprio TEV. E todos eles dependem do TEV.

É mais fácil ir calculando o TEV trecho a trecho, do que chegar lá no final e ter que calcular um monte de TEVs.

2. Verdadeiro x Magnético

Conforme a SID, o primeiro trecho vai da pista 34 até o VOR CNF, no rumo 336, percorrendo uma distância de 4,8 nm.

Uma dúvida: esse rumo 336º é verdadeiro ou magnético?

Muito cuidado com isso.

Todos os rumos numa carta já levam em consideração a DMG, ou seja, são magnéticos.

Porém, como não há RM no formulário, precisamos subtrair a DMG do RM para obter o RV:

RM – DMG = RV
336º – 22ºW = 314º

Beleza. Encontramos o RV e já temos o vento e a VA do perfil de subida. Agora é só festa. 🎉

*Obs.: lembre-se que a DMG serve para corrigir uma proa ou rumo de verdadeiro para magnético (RV/PV + DMG = RM/PM), sendo que W soma e E subtrai. Se estivermos no caminho contrário, ou seja, indo do magnético para o verdadeiro (RM/PM – DMG = RV/PV), o W subtrai e o E soma.

3. Lado B do computador de voo

Para calcular o resto do trecho, basta jogar no computador de voo e fazer algumas regras de três.

Apesar de não ser o foco, eu queria te dar uma dica sobre computador de voo.

Muitos livros nos obrigam a decorar “os 3 casos”: um é quando não sabemos o ACD e a VS; outro é quando estamos procurando o vento; e o outro eu nem me lembro mais rs.

Eu não fiz questão de decorar os 3 casos porque pra mim não faz sentido decorar 3 coisas se nós podemos entender 1 e resolver qualquer exercício.

Veja só – o lado B do computador de voo sempre mostra 6 informações:

  1. Rumo Verdadeiro (RV);
  2. Ângulo de Correção de Deriva (ACD);
  3. Velocidade Aerodinâmica (VA);
  4. Velocidade em relação ao Solo (VS);
  5. Direção do Vento (DV); e
  6. Velocidade do Vento (VV).

Não importa quais nós temos e quais nós vamos ter que descobrir. O importante é que todas elas ficam sempre no mesmo lugar (lembrando que o pontinho do meio, o “grommet”, representa o avião):

  1. RV – é lido lá na parte de cima que você gira;
  2. ACD – é a distância horizontal entre onde o avião está e o começo do vento (a bunda da seta);
  3. VA – é onde fica a bunda da seta;
  4. VS – é onde fica o avião (grommet);
  5. Vento – é representado por uma seta com a ponta chegando no avião (no grommet). Para ler a DV e a VV, basta girar o computador de voo até a seta estar alinhada lá em cima:
    1. DV – é o valor que vai aparecer no lugar do rumo;
    2. VV – é a distância entre a bunda da seta e o avião.

Veja o exemplo abaixo:

Sempre desenhe o vento como uma seta chegando no avião, pra ter clareza. Quem só desenha um pontinho muitas vezes acaba se confundindo.
  1. RV – é lido lá na parte de cima que você gira (003º);
  2. ACD – é a distância horizontal entre onde o avião está e o começo do vento (a bunda da seta) (+5º)
  3. VA – é onde fica a bunda da seta (180 kt);
  4. VS – é onde fica o avião (grommet) (200 kt);
  5. Vento – é represetado por uma seta com a ponta chegando no avião (no grommet). Para ler a DV e a VV, basta girar o computador de voo até a seta estar alinhada lá em cima:
    1. DV – é o valor que vai aparecer no lugar do rumo (146º);
    2. VV – é a distância entre a bunda da seta e o avião (26 kt).

Esses princípios valem pra qualquer caso. Então, é simples: se você tiver o vento, desenhe ele, e depois gire o computador de voo pro RV para colocar os outros dados.

Senão, coloque as outras informações onde elas devem ficar (RV lá em cima, VS no grommet, bunda da seta na VA e no ACD), e desenhe a seta indo até o avião. Depois, basta virar o computador de voo e ler a DV e VV.

Não tem segredo.

Lembre-se sempre: bunda da seta na VA e no ACD.

Com isso, você resolve qualquer exercício sem ficar pensando nos “casos”. 🤔

4. Encontrando o que falta

Bom, voltando ao nosso exercício, coloque agora o vento de subida (300º/20kt) no computador de voo, junto com o RV de 314º e a VA de 334 kt.

Você vai achar uma VS de 315 kt e um ACD de -1º. E, com eles, encontramos o resto.

Primeiro, as proas: agora que o formulário está na ordem certa, basta ir somando da esquerda pra direita:

  • RV de 314º + ACD de -1º = PV de 313º
  • PV de 313º + DMG de 22ºW = PM de 335º
  • PM de 335º + DB de 2ºE = PB de 333º

Viu como fica fácil? Essa ordem do formulário facilita e economiza muito tempo na hora da prova.

Depois, com a VS e a distância podemos fazer uma regra de três para achar o TEV:

(VS) 315 nm –60 minutos
(Distância) 4,8 nm –x minutos (TEV)
Lembre de sempre colocar as unidades ao lado dos números.

x = 4,8 * 60 / 315 = 1 minuto (arredondando pra cima).

E, com o TEV, vamos encontrar o ETO, o consumo parcial e a altitude.

Se a decolagem será às 1430Z, e o TEV até o VOR CNF é de 1 minuto, o ETO será 1431Z.

O consumo também segue uma regra de três:

(Consumo na subida) 3.000 kg –60 minutos
(Consumo parcial) x kg –1 minuto (TEV)

x = 3.000 * 1 / 60 = 50 kg. Esse também será o consumo total, já que acabamos de começar o voo.

E a altitude é a última regra de três, conforme o TEV e a razão de subida:

(Razão de subida) 2.400 ft –1 minuto
(O tanto que nós subimos) x ft –1 minuto (TEV)

x = 2.400 ft

Se o aeroporto estava a 2.715 pés e nós subimos 2.400 pés, a nossa altitude será de 5.115 pés.

Clique para baixar um PDF em alta resolução do formulário.

Pronto. Menos um trecho.

Obs. 1: depois de desenhar o vento e descobrir os dados que faltavam, não apague! É muito provável usar o mesmo vento em vários trechos, e é um desperdício de tempo ficar apagando e desenhando o mesmo vento.

Obs. 2: memorize a sequência para alterar no formulário antes de começar a prova: RV, ACD, PV, DMG, PM, DB, PB, Vento, VA, VS, Dist., TEV, ETO, Consumo Parcial, Total, e Altitude.


A continuação do conteúdo é restrita aos membros da Sala de Briefing, mas você pode fazer parte se quiser!

Basta pedir para algum membro te indicar ou concluir um dos nossos cursos (o formulário para inscrição estará ao final da sequência).

E se você já for membro, faça o login para visualizar o conteúdo.


5. Atenção ao enunciado da questão

Mas… A questão pediu a altitude em MUGRA, não no VOR CNF.

Até MUGRA, temos os fixos BURPO, REPOM e KEXEB. Precisamos fazer um trecho para cada um deles?

Basta lembrar do que eu falei antes: rumo, vento e VA.

Em todos, vamos usar o mesmo vento de subida e a VA de subida. No entanto, o rumo muda de CNF para REPOM e de REPOM para MUGRA. Logo, esses serão os nossos trechos (CNF-REPOM e REPOM-MUGRA).

Em ambos, o vento é o mesmo, não precisa desenhar de novo. É só mudar o RV lá em cima no computador de voo e ler os novos ACD e VS.

Em CNF-REPOM, isso vai dar:

  • RV 225º;
  • ACD +3º; e
  • VS 328 kt.

E em REPOM-MUGRA:

  • RV 261º;
  • ACD +2º; e
  • VS 318 kt.

Aqui, se você quiser, não precisa calcular todos os dados. Lembre-se: nós queremos a altitude em MUGRA. Até lá, a nossa única obrigação é encontrar rumo, vento, VA e TEV.

Dos quatro, falta só o TEV. Em CNF-REPOM, com a VS de 328 kt e a distância de 6,5 + 5,9 = 12,4 nm, temos:

328 nm –60 minutos
12,4 nm –x minutos

x = 12,4 * 60 / 328 = 2 minutos (aprox.)

E em REPOM-MUGRA, o TEV vai dar aproximadamente 3 minutos.

Agora, podemos usar os TEVs e a razão de subida para encontrar a altitude em MUGRA (17.115 pés) e responder a questão 2.

Clique para baixar um PDF em alta resolução do formulário.

Obs. 1: sempre que algum dado permanece o mesmo, eu gosto de colocar aspas (“) ao invés do número. Isso deixa mais claro de onde eu tirei aquela informação.

Obs. 2: eu estou considerando a DMG sempre constante porque ela foi cortada na carta de rota. No entanto, a DMG costuma mudar ao longo do voo. Fique atento a isso.

Obs. 3: na hora de arredondar o TEV, tente manter um equilíbrio. Por exemplo: se você arredondou os dois últimos para baixo, tente arredondar o próximo para cima (sem forçar a barra, claro. 6,9 vai sempre ser arredondado para 7, nunca para 6).

Obs. 4: você pode até fazer algumas contas de cabeça (eu mesmo faço algumas), mas sempre confira na calculadora. Ou, se só fizer na calculadora, faça duas vezes. É chato, mas previne desastres.

6. Como usar o transferidor

3- Em SELDO, qual será a marcação relativa (MR) do VOR CNF?

Marcação Relativa (MR) é a linha que liga a proa da aeronave à linha da estação, no sentido horário.

Em outras palavras, se congelarmos o voo, a MR é quantos graus à direita a aeronave teria que virar para aproar a estação.

Nesse caso, a aeronave está em SELDO. Logo, precisamos de 2 informações:

  1. Proa da aeronave em SELDO;
  2. Direção da linha ligando SELDO ao VOR CNF.

Para calcular a primeira, precisamos fazer o trecho MUGRA-SELDO (se você ainda não fez, tente fazer antes de ver a imagem abaixo):

Clique para baixar um PDF em alta resolução do formulário.

Mas qual proa devemos usar? PV ou PM?

Tanto faz. O importante é manter a coerência. Se você usar a proa magnética (PM), precisa medir a direção magnética na carta. E se usar a proa verdadeira (PV), precisa medir a direção verdadeira.

Tá. E como funciona isso?

Eu falei que todos os rumos na carta são magnéticos. Então, se na hora de medir com o transferidor você se basear em um rumo da carta, a informação obtida será graus magnéticos.

Já se você se basear no norte verdadeiro, ou seja, na linha de um meridiano, a informação será em graus verdadeiros.

Nesse caso, como estamos na vertical de SELDO, eu acho mais fácil alinhar o transferidor com o rumo magnético 305º e medir qual seria o rumo direto para o VOR CNF:

Clique para baixar um PDF da carta em alta resolução.

A resposta é 099º. Então, se estamos na PM 306º e queremos ir para 099º, precisamos virar 153º à direita.

Esse é o valor da MR.

Obs.: existe um jeito mais simples de calcular a MR. No entanto, eu preferi te mostrar um método que vale para qualquer tipo de marcação, seja ela MR, QDM, RDL…, pra você ter que lembrar apenas uma coisa na hora da prova.

7. Cálculo do TOC

4- Qual será a distância percorrida da decolagem ao TOC?

Até aqui, nós utilizamos a VS e a distância para calcular o TEV. Mas para o TOC, nós já temos o TEV. É o tempo estimado de subida (TES) calculado lá no perfil de subida. Então, vamos inverter o raciocínio e usar o TEV e a VS para encontrar a distância.

No nosso próximo trecho (SELDO-TOC), o TEV é 13 minutos menos o que a gente já voou (1 + 2 + 3 + 3 = 9 minutos). Ou seja, 13 – 9 = 4 minutos.

E, para encontrar a VS, precisamos daquelas três informações básicas: rumo, vento e VA. O vento e a VA continuam os mesmos, pois ainda estamos subindo, e o rumo mudou de 283º para 280º (veja na carta de rota).

Fazendo as contas no computador de voo, você vai achar uma VS de 315 kt. Aí, basta jogar na regra de três:

315 nm –60 minutos
x nm –4 minutos

x = 315 * 4 / 60 = 21 nm

Logo, a distância da decolagem ao TOC será de 4,8 + 12,4 + 13,3 + 14 + 21 = 65,5 nm.

Clique para baixar um PDF em alta resolução do formulário.

8. Plotagem de coordenadas na carta

5- Quais serão as coordenadas do TOC?

Sabemos que o TOC foi a 21 nm de SELDO. Então, para obter as coordenadas dele, precisamos plotar na carta o ponto que fica a 21 nm de SELDO.

Porém, muito cuidado na hora de medir as 21 nm. Cada carta tem uma escala, e ela pode estar com mais ou menos zoom na hora de imprimir.

Por esse motivo, como eu falei lá na parte 1, você jamais deve usar a régua de navegação para medir distâncias na carta. A régua serve apenas pra traçar uma reta. Nada mais.

As distâncias devem ser medidas com base em um meridiano. Na carta de rota, há um perto de Belo Horizonte e outro perto de Brasília.

O primeiro passo é descobrir quais são as coordenadas deles. Se você observar, no meridiano próximo a Belo Horizonte, os fixos à esquerda têm o valor W044º alguma coisa, e os fixos à direita W043º. Portanto, podemos concluir que esse meridiano é o W044º.

Já os fixos próximos do outro meridiano estão entre W047º e 048º. Logo, esse meridiano é o W048º (anote os valores ao lado dos meridianos pra você não esquecer).

No entanto, como vamos medir a distância ao longo do meridiano, precisamos na verdade saber o quanto a latitude está variando.

Também temos dois paralelos na carta: o S016º e o S020º. Agora, resta descobrir quantos tracinhos há entre os dois pra saber qual é a distância entre cada tracinho.

Se você contar um por um, vai ver que há 48 tracinhos no total. Ou seja:

4º de latitude –48 tracinhos
1º de latitude –12 tracinhos
60′ de latitude –12 tracinhos
5′ de latitude –1 tracinho

Como 1′ de latitude corresponde a 1 nm, cada tracinho corresponde a 5 nm (essa costuma ser a escala de uma ENRC).

Obs.: eu sei que a carta está meio apagada. Nesse caso, você pode usar um truque: os tracinhos maiores são os que representam a mudança de grau (ex.: 016º para 017º). Então, se você encontrar o S017º, vai ver que tem 12 tracinhos entre ele e o S016º. Aí, basta fazer a mesma conta ali de cima, começando pelo segundo passo (1º de latitude – 12 tracinhos).

Repare que eu anotei os números das latitudes e longitudes fora da rota, justamente para não atrapalhar.
Clique para baixar um PDF da carta em alta resolução.

Voltando à nossa questão, precisamos medir 21 nm, o equivalente a 4,2 tracinhos. Para isso, pegue um papel qualquer (o próprio formulário serve), e marque o equivalente a 4 tracinhos e pouco na ponta dele:

Clique para baixar um PDF em alta resolução da imagem.

Depois, é só jogar a mesma distância lá na rota, e descobrir onde estará o TOC:

Clique para baixar um PDF em alta resolução da imagem.

Pra finalizar, basta ler a coordenada. Como os paralelos e meridianos estão muito apagados (e podem estar assim na hora da prova), eu vou traçar uma linha paralela ao paralelo e ao meridiano para ficar mais fácil de ler:

Clique para baixar um PDF em alta resolução da imagem.

Na longitude, o TOC está mais ou menos 12 tracinhos e meio à esquerda do W044º. Fazendo a conversão, chegamos em uma longitude de W045º03′.

E, na latitude, o TOC está 4 tracinhos e meio acima do S020º. Isso corresponde à latitude S019º38′.

Done.

Pausa para respirar

Se você leu até aqui e fez os exercícios junto comigo, viu que não é brincadeira rs. Navegação é relativamente simples, mas dá trabalho. E exige concentração.

Como nós já passamos de 3.000 palavras nesse artigo, é melhor respirar um pouco para não perder o aproveitamento. Senão, nós começamos a cometer erros bobos e o conteúdo não é absorvido tão bem.

Por isso, vou deixar os próximos exercícios para a parte 3 (a última, prometo). Enquanto isso, se você tiver travado em algum ponto, agora deve conseguir fazer mais alguns exercícios, pelo menos até a questão do vento (questão 9).

Ainda assim, quebre a cabeça e tente fazê-la, nem que seja consultando o Bagarito para pegar alguma dica (as respostas já estão lá).

Na parte 3 eu volto com o restante das explicações e mais uma navegação simulada pra você praticar.

Pontos-chave

  1. Rumo, vento e VA.
  2. Bunda da seta na VA e no ACD.
  3. RV, ACD, PV, DMG, PM, DB, PB, Vento, VA, VS, Dist., TEV, ETO, Consumo Parcial, Total, e Altitude.
  4. Os rumos na carta são magnéticos. Para encontrar o verdadeiro, precisamos subtrair a DMG (RM – DMG = RV).
  5. Marcação Relativa (MR) é a linha que liga a proa da aeronave à linha da estação, no sentido horário.
  6. Meça as distâncias sempre num meridiano, nunca na régua.

Share via
Copy link